Reinaldo Altimiras Nogueira Branco, liquidez

 Vendas de apartamentos ‘econômicos’ têm mais liquidez

 

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Estadão Conteúdo 

Os imóveis com preço abaixo de R$ 400 mil têm se mostrado os mais resistentes à perda de fôlego do mercado imobiliário. Enquanto os empreendimentos de preços mais elevados estão ficando para trás nas vendas, as unidades chamadas de "econômicas" continuam mostrando liquidez elevada.

De acordo com Leandro Caramel, superintendente de Atendimento da imobiliária Habitcasa, empresa da Lopes, os compradores de apartamentos cujos preços extrapolam os R$ 400 mil foram mais contaminados pelo ambiente econômico ruim do País. O menor ritmo de valorização dos imóveis associado às incertezas sobre os rumos da economia brasileira têm inibido esses potenciais compradores, na sua avaliação.

"Os imóveis mais caros são destinados para famílias que já têm uma casa própria e estão buscando um espaço maior. Elas tiveram incremento da renda ou pensam em ter filhos, mas não têm urgência na mudança", explica Caramel. "Esse cliente quer saber o que vai acontecer com os preços e fica mais atento ao andamento do mercado."

Já as unidades econômicas, segundo ele, atendem pessoas que estão fazendo sua primeira compra. É o caso de solteiros ou casais que buscam um imóvel próprio com o objetivo de abandonar o aluguel, sair da casa dos pais ou por causa de planos profissionais. Nesses casos, as perspectivas econômicas têm um peso menor na decisão de compra.

"A consequência é que a velocidade de vendas é boa para os imóveis econômicos, e o estoque está abaixo da média", observa Caramel. De acordo com levantamento realizado pela imobiliária Lopes, do total de 99.014 mil unidades lançadas na cidade de São Paulo nos últimos três anos, 19.530 ainda não foram vendidas, o equivalente a 19,7% do total.

Já dentre os imóveis de até R$ 199 mil, os estoques estão em apenas 6%, nível abaixo da média do mercado. Dentre aqueles com preço de R$ 199 mil a R$ 399 mil, o estoque está em 17%, também abaixo da média. "Existe uma demanda ainda muito forte por esses produtos, apesar do volume lançado ter crescido", diz o superintendente da Habitcasa.

Por outro lado, o estoque está em 23% dentre as unidades de R$ 400 mil a R$ 699 mil, 32% dentre os de R$ 700 mil a R$ 1,49 milhão, e 28% para aqueles com valor acima de R$ 1,5 milhão.

"A grande demanda é no segmento econômico, onde está o comprador do primeiro imóvel. É aí onde temos a maior procura", diz Antônio Guedes, diretor de Operações da PDG Realty. "Aquele comprador que já tem seu imóvel e pensa em se mudar de apartamento fica mais confortável em negociar e demorar mais para a compra", complementa.

Guedes avalia também que a menor elevação dos preços espantou compradores que buscam um imóvel como investimento, pensando em locação e/ou revenda futura. Como o pico da valorização já ocorreu, esses investidores migraram para outros ativos.

Concorrência

A escassez na oferta de imóveis econômicos também ajuda a explicar a liquidez elevada desses empreendimentos. Do ano passado pra cá, muitas incorporadoras em processo de reestruturação optaram por deixar de atuar dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, que abrange apenas os imóveis com preços inferiores a R$ 200 mil. Nesse ramo, as empresas obtêm lucratividade mais estreita do que em outros empreendimentos de maior preço.

Para as incorporadoras especializadas no segmento popular, a queda na concorrência foi extremamente favorável. No primeiro semestre, por exemplo, a MRV atingiu R$ 3,05 bilhões em vendas, 23% mais do que no mesmo período do ano passado e recorde em sua história.

De acordo com avaliação de Leonardo Corrêa, diretor de Finanças da MRV, o avanço foi impulsionado ainda pelas condições saudáveis para os compradores de imóveis no segmento econômico, com baixo nível de desemprego e estabilidade na oferta de crédito imobiliário. "O mercado está mostrando resiliência", avalia Corrêa.

Bolsa

Na Bolsa de valores, ações de MRV e Direcional também ganharam importância entre analistas. Em relatório distribuído na última semana, analistas do banco Credit Suisse reiteraram sua preferência por incorporadoras voltadas para o mercado de baixa renda. "As vendas continuam positivas e estamos ficando mais confiantes sobre a terceira fase do programa Minha Casa, Minha Vida", afirmaram.

No mesmo relatório, o Credit baixou os preços-alvo das ações de Cyrela, Even, EzTec, Gafisa, Helbor, Rossi e Tecnisa. "Nossa tese de que a demanda ia esfriar para produtos de renda média parece estar se confirmando, e os dados operacionais do segundo trimestre apontam para uma desaceleração na velocidade de vendas", completaram os analistas.

 

Fonte : yahoo.com

 

Reinaldo Altimiras Nogueira Branco, instabilidade

 Vendas de imóveis usados caem em SP

 

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InfoMoney 

SÃO PAULO – As vendas de imóveis usados na cidade de São Paulo registraram queda de 3,22% em maio, ante abril deste ano. O total de imóveis negociados no período pelas 340 imobiliárias consultadas pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) derrubou o índice de vendas, que estava em 0,3343 em abril e passou a 0,3235 no mês seguinte.

A queda nas vendas, no entanto, não inibiu a alta dos preços praticados no mercado imobiliário paulistano. Entre abril e maio, o aumento médio dos preços do metro quadrado dos imóveis usados vendidos foi de 2,29%, embora alguns preços tenham subido forte enquanto outros desabaram.

Por enquanto, o mercado imobiliário continua aquecido. Nos últimos 12 meses, o aumento está acumulado em 22,59% – o triplo da inflação de 6,37%, medida pelo IPCA do IBGE no mesmo período. 

Segundo o Creci, os proprietários concederam descontos de até 13,6% no quinto mês do ano. Dos imóveis vendidos, 67,27% foram apartamentos e 32,73% casas. Nos apartamentos novos, tem sido comum ver liquidações de imóveis

Instabilidade
O levantamento mostra que o apartamento de padrão médio teve a maior valorização em maio. O preço médio do metro quadrado subiu 26,3%, passando de R$ 3.062,50 em abril para R$ 3.867,92. Já a maior queda do preço médio no mês foi observada nos imóveis de padrão luxo, com baixa de 18,42% no metro quadrado.

 

Fonte : yahoo.com

 

Reinaldo Altimiras Nogueira Branco, um

 Aluguel residencial sobe 2,5% em um ano, diz Secovi-SP

 

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Estadão Conteúdo 

Os contratos de aluguel residencial assinados em novembro na cidade de São Paulo tiveram valores 0,6% maiores dos assinados em outubro, de acordo com pesquisa divulgada pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP), nesta quarta-feira, 17. Na comparação com novembro de 2013, o crescimento dos aluguéis foi de 2,5%. Desse modo, o aumento do aluguel em um ano ficou abaixo da inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no mesmo período, que foi de 3,7%. Segundo o Secovi-SP, a tendência é que os preços de locação neste ano sejam levemente inferiores à variação do IGP-M.

A pesquisa mostrou que as casas foram alugadas em um prazo médio de 15 a 35 dias. Já os apartamentos foram escoados no prazo de 22 a 46 dias. O fiador foi o tipo de garantia mais frequente, tendo sido utilizado em 46,5% das moradias locadas no mês. O depósito de até três meses de aluguel foi responsável por um 33,5% dos contratos de locação efetuados, enquanto o seguro-fiança foi usado em 20% dos casos.

 

Fonte : yahoo.com

 

Reinaldo Altimiras Nogueira Branco, médio

 Aluguel residencial médio em SP sobe 2,1% em janeiro, diz o Secovi

 

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Estadão Conteúdo 

O valor médio dos aluguéis residenciais em São Paulo avançou 2,1% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2014, segundo pesquisa divulgada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), nesta quinta-feira, 19. Em relação a dezembro, o custo da locação aumentou 0,4% no último mês.

Apesar da alta em janeiro, o diretor de Locação da Secovi-SP, Mark Turnbull, estima que o valor do aluguel deva se manter abaixo do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) em 2015. Nos doze meses anteriores a janeiro, o indicador somou alta de 3,9%, mais de 1,8 pontos porcentuais acima da variação dos preços dos aluguéis.

As unidades de um dormitório foram as únicas que registraram acréscimo na comparação mensal, com alta de 1,3% entre dezembro e janeiro. O aluguel dos imóveis com dois quartos ficou estável no período e os valores das moradias com três quartos tiveram queda de 0,4%.

O estudo mostrou ainda que as casas foram alugadas em um prazo médio de 15 a 36 dias. Já os apartamentos foram escoados em 22 até 46 dias.

A modalidade de garantia mais comum em janeiro foi o fiador, responsável por 46,5% das locações efetuadas. O segundo tipo mais frequente foi o depósito de até três meses de aluguel, utilizado em 34% dos casos. O seguro-fiança foi usado em 19,5% das moradias locadas.

 

Fonte : yahoo.com

 

Reinaldo Altimiras Nogueira Branco, perde

 Aluguel de imóveis residenciais perde para a inflação

 

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Estadão Conteúdo 

O preço de novos contratos de locação de apartamentos residenciais está perdendo feio para inflação. Em 12 meses até janeiro deste ano, o valor do aluguel inicial pedido pelos locatários subiu, em média, 2,38% em nove cidade pesquisadas, segundo o Índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados. No mesmo período, a inflação acumulada pelo índice oficial, o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), foi de 7,14%. Isso significa que o aluguel para os novos contratos registrou queda de 4,65%, descontada a inflação do período.

"Quem está alugando um imóvel hoje está gastando menos do que um ano atrás", afirma Eduardo Zylberstajn, coordenador do novo indicador que, a partir de agora, começará a ser divulgado mensalmente. O índice, levantado em anúncios de locação feitos na internet, leva em conta nove cidades brasileiras: Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Brasília (DF), Santos (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), São Bernardo do Campo (SP), Campinas (SP) e Curitiba (PR).

No mês passado, o metro quadrado (m²) mais caro para alugar foi o do Rio de Janeiro (R$ 41) e o mais barato, o de Curitiba ( R$ 16). Das nove cidades pesquisadas, exceto Brasília, com alta de 9,61%, nas demais o valor pedido para locação perdeu para a inflação acumulada em 12 meses até janeiro. Segundo Zylberstajn, a perda de fôlego do mercado de locação residencial reflete o esfriamento da economia em geral, que já apareceu na compra e venda de imóveis e também no mercado de trabalho.

IGP-M

O tombo no valor dos aluguéis novos é nítido quando se compara a sua variação em 12 meses até janeiro (2,38%) com a variação do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). Em 12 meses até janeiro deste ano, o IGP-M subiu 3,98%. Zylberstajn observa que, desde 2009, raras vezes a variação do preço do m² para locação de novos contratos perdeu para a inflação medida pelo IGP-M. Uma delas foi no início do ano passado, quando a inflação de alimentos disparou. A outra foi agora.

Geralmente o IGP-M é o indexador escolhido para reajustar os contratos antigos de aluguel. Com o enfraquecimento do mercado para novas locação, Zylberstajn diz que quem está alugando um imóvel hoje está fazendo melhor negócio do que quem tem está num contrato de locação antigo. "O poder de barganha está com o locador, antes não era assim."

Outro ponto levantado pela pesquisa é a rentabilidade do aluguel para o investidor que opta por locar seu imóvel. Essa medida é importante para avaliar se o mercado imobiliário está mais ou menos atrativo em relação a outras opções de investimento, observa o coordenador do índice. Ele explica que esse indicador é calculado considerando o valor médio das novas locações em 12 meses em relação ao preço de venda do imóvel no mesmo período.

No mês passado, o retorno médio com aluguel nas nove cidades pesquisadas foi de 4,8% ao ano. No mesmo período, a taxa juros projetada para os próximos 12 meses na BM &F e descontada a expectativa de inflação estava em 5,4% ao ano. Isso mostra que neste momento o rendimento obtido com aluguel está perdendo para as aplicações no mercado financeiro.

Zylberstajn destaca que, desde setembro de 2014, a rentabilidade obtida com a locação de imóveis ficou abaixo dos ganhos com as aplicações financeiras, descontada a inflação do período. Esse movimento ocorreu por causa da elevação da taxa real de juros, provocada pelo aperto na política monetária para conter o avanço da inflação. Numa série iniciada em 2008, que compara a evolução da taxa de juros real e a evolução do aluguel, apenas em três momentos o aluguel perdeu para os ganhos do mercado financeiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte : yahoo.com

 

Reinaldo Altimiras Nogueira Branco, janeiro

 Venda de imóveis novos em SP recua 28% em janeiro, diz Secovi-SP

 

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Estadão Conteúdo 

As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo recuaram 28% em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, divulgada nesta segunda-feira, 16. pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). O mercado imobiliário paulistano começou o ano com a comercialização de 737 unidades, ante 1.030 vendidas no mesmo período de 2014.

Em relação a dezembro do ano passado, quando foram comercializadas 3.252 unidades, o estudo registrou uma queda de 77%. Segundo a entidade, no entanto, o mercado já esperava a queda porque, além do efeito sazonal do início do ano, o último mês de 2014 foi o melhor em termos de comercialização de imóveis, o que elevou muito a base de comparação.

"A redução das vendas em relação ao mesmo mês de 2014 pode indicar que persiste uma expectativa negativa quanto ao ambiente econômico", apontou o sindicato em nota. O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, afirma, por outro lado, que "seria precipitado concluir que as vendas este ano serão menores, tendo em vista que os esforços de marketing das vendedoras começaram em março".

Em valores, as vendas no município totalizaram R$ 385 milhões, 76% menos do que o apresentado em dezembro e 26% abaixo do registrado em janeiro do ano passado. O resultado considera os valores atualizados pelo Índice Nacional do Custo da Construção (INCC).

Lançamentos

Na contramão, o volume de lançamentos de empreendimento residenciais em São Paulo cresceu 32% em janeiro na comparação anual. No mês passado, as incorporadoras paulistanas lançaram 546 unidades residenciais, o que representou, por outro lado, uma queda de 88% em relação a dezembro de 2014. Com os resultados, a cidade finalizou janeiro com um estoque de 27 mil unidades, 1% menor do que o apresentado no mês anterior e 43% maior ante o mesmo período do ano passado.

De acordo com o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, as empresas devem concentrar suas estratégias de vendas neste ano nos imóveis já lançados, para equilibrar os estoques na cidade. O vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do sindicato, Emílio Kallas, estima uma queda de, pelo menos, 10% no volume de unidades lançadas em 2015.

Região Metropolitana

Nos outros 38 municípios da Região Metropolitana de São Paulo, a pesquisa apontou a venda de 592 unidades em janeiro, o que representou um recuo de 74% em relação a dezembro e de 51% na comparação com o mesmo mês do ano passado. A velocidade de comercialização dos imóveis em 12 meses, calculado em Vendas sobre Oferta (VSO), continua maior nas cidades do entorno do que na capital, com 54,8% ante 42,2%.

Os estoques da região encerraram janeiro com 14,7 mil unidades em oferta. Na comparação com dezembro, o volume de imóveis estocados recuou 3%.

 

Fonte : yahoo.com

 

Reinaldo Altimiras Nogueira Branco, queima

 Em ano que começa frio, queima de estoque é prioridade das construtoras

 

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2014 será um ano para queimar estoque. Segundo pesquisa da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), há 18.619 unidades lançadas e não vendidas na cidade de São Paulo.

Para ajustar a oferta, as construtoras já reduziram os lançamentos em 45,3% nos dois primeiros meses do ano. As vendas, por sua vez, caíram 27,5% ante o primeiro bimestre de 2013, ainda segundo a Embraesp.

Neste cenário, as ações de construtoras como feirões virtuais e outlets, que marcaram 2013, devem continuar.

A construtora e incorporadora Kallas estará no feirão da Caixa, que se inicia na próxima sexta-feira, em São Paulo, com empreendimentos prontos ou quase finalizados.

"Um dos objetivos é acabar com o que temos de estoque", diz Nicolau Sarquis, diretor da construtora Kazzas, empresa da Kallas que atua no segmento econômico.

Ricardo Stella, diretor comercial e de marketing da incorporadora e construtora Trisul, diz que a empresa estuda fazer, neste ano, mais ações diferenciadas em estandes para atrair clientes.

"Muitas empresas ainda têm estoque grande e acredito que haverá campanhas para essas unidades", diz Carlos Valladão, da agência de publicidade Eugenio, que atende diversas construtoras.

Em um ano atípico –com Copa do Mundo em junho e eleições em outubro– é preciso ajeitar o calendário. Segundo Stella, a Trisul está antecipando lançamentos e campanhas remanescentes para antes de junho.

Profissionais do setor negam, porém, que os eventos tenham impacto sobre os preços dos imóveis, e classificam o "ano curto" como "duro" por outros fatores, como juros altos e inflação subindo.

"O efeito [do Mundial] é quase nulo, exceto onde há forte investimento em infraestrutura, mas o impacto será pelas obras permanentes e não pela Copa passageira", diz Celso Amaral, diretor da Geoimovel.

Se o mercado se mantiver estável, o que, segundo Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP (sindicato do mercado imobiliário), é possível "desde que a macroeconomia não se deteriore", o momento é bom para pesquisar e negociar preços na compra da casa própria.

Determinar com antecedência as características do imóvel que procura ajuda a ter foco na hora da pesquisa.

"O maior poder do consumidor é entrar na negociação decidido sobre suas condições", diz Leandro Caramel, superintendente de atendimento da Habitcasa, empresa da imobiliária Lopes.
Antes de ir à caça, identifique necessidades de moradia, como tamanho e localização do imóvel, vagas na garagem e opções de lazer. Estabeleça quanto pode esperar até a mudança e faça um planejamento financeiro.

Quem tem pressa para se mudar deve optar pelo imóvel pronto, que pode ter usufruto quase imediato.

O metro quadrado de um imóvel usado costuma ser mais barato que o de um novo de mesmo tamanho. Além disso, como na compra do usado é comum o contato direto com o proprietário, o contrato é mais flexível e a chance de negociar, maior.

Segundo José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), os descontos na hora da compra variam de 3% a 15%.

O usado, no entanto, requer maior disponibilidade financeira para arcar com a entrada e pode precisar de reformas que anulariam a vantagem do preço. "Veja o estado de conservação do imóvel, procure manchas, fissuras e umidade", diz Roseli Hernandez, diretora da imobiliária e administradora Lello.

O estilo de vida dos futuros moradores é outro item a ser considerado. Apartamentos antigos são, em geral, mais espaçosos. Já os novos costumam oferecer mais vagas para carros e infraestrutura, como piscina e academia.

A possibilidade de parcelamento da entrada, que pode chegar a 20% do valor do imóvel, é outro atrativo da moradia na planta.

Para quem não pode esperar, no entanto, o negócio não é bom. "O imóvel pode demorar três anos para ser entregue", diz Hernandez.

Colaborou ANAÏS FERNANDES

 

Fonte : folha.uol.com.br

 

Reinaldo Altimiras Nogueira Branco, reduzem

 Construtoras reduzem lançamentos de imóveis novos em 2015

 

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Renata Agostini

Com menos brasileiros dispostos a comprar imóveis, seis das 13 maiores incorporadoras de capital aberto do país decidiram não lançar empreendimentos novos nos três primeiros meses do ano.

A ausência de lançamentos de tantas empresas ao mesmo tempo num único trimestre não ocorria desde pelo menos 2007, segundo levantamento feito pela Folha. A pesquisa considerou as incorporadoras brasileiras cuja receita líquida superou R$ 100 milhões no trimestre.

De janeiro a março deste ano, Brookfield, Even, Tecnisa, Rossi, João Fortes e Rodobens optaram por permanecer com o mesmo portfólio. A última vez que mais de uma companhia da lista decidira não colocar à venda um novo empreendimento fora no primeiro trimestre de 2008. Ainda assim, apenas duas: Helbor e João Fortes.

Neste ano, o cenário mudou. Além do recorde de incorporadoras sem lançamentos, as que ofertaram novas unidades, decidiram reduzir o ritmo. A exceção foi a Gafisa, que aumentou marginalmente o número (veja quadro). No total, o grupo ofereceu ao mercado menos 14.662 imóveis, uma queda de quase 57% frente aos três primeiros meses de 2014.

"As empresas estão fazendo de tudo para tentar ajustar os estoques, que ficaram muito altos. Estoque elevado gera custo e elas precisam cortar", diz Daniel Cobucci, analista do BB Investimentos.

Após a onda de aberturas de capital na Bolsa, entre 2006 e 2007, as incorporadoras investiram pesado em lançamentos. Capitalizadas, tentavam aproveitar o momento de bonança econômica.

A velocidade de vendas, contudo, começou a cair de 2012 para cá e a desistência de clientes, os chamados distratos, a aumentar. Quando isso acontece, a empresa tem de investir em propaganda e equipe de vendas até encontrar um novo interessado, o que aumenta seus custos.

Com a economia parada, o problema agravou-se neste ano. Se por um lado a confiança dos consumidores caiu, por outro, o governo restringiu o acesso ao crédito.

A Caixa Econômica Federal, que tem 70% do crédito imobiliário do país,subiu os juros duas vezes e aumentou a exigência de entrada para imóveis usados.

Estudo do Secovi-São Paulo, sindicato das empresas do setor imobiliário, mostrou que há 27.471 unidades à espera de comprador na capital paulista. Considerando o tempo médio de venda este ano, seriam necessários três anos e dois meses para que todas fossem adquiridas.

RESULTADOS

Para tentar acelerar as vendas, as empresas vêm concedendo descontos que chegam a 15%. Mas algumas incorporadoras, como Even e Rossi, já alertaram a seus investidores que, caso a demanda siga fraca, há chance de não lançarem mais nada até o final deste ano.

Com custos mais altos e tendo de baixar os preços, o lucro das companhias ficou menor. Das 13 analisadas, só MRV e Gafisa tiveram resultado melhor que o do início de 2014. Três delas registraram prejuízos milionários (PDG, Brookfield e João Fortes). O lucro das 13, no total, caiu mais de R$ 400 milhões.

Para a Moody´s, o setor lançará menos e terá queda de 10% nas receitas.

No primeiro trimestre, outras incorporadoras como JHSF, CR2 e Viver também deixaram de lançar unidades. 

 

Fonte : folha.uol.com.br

 

Reinaldo Altimiras Nogueira Branco, oferece

 Feirão da Caixa oferece oportunidades para a compra da casa própria

 

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Cristiane Campos

Rio – Na próxima sexta-feira, os interessados na compra de um imóvel poderão conferir os empreendimentos disponíveis na 11ª edição do Feirão da Caixa, no Pavilhão 4 do Riocentro. O evento vai até domingo, com foco em unidades do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ e com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), ou seja, para famílias com renda de até R$ 5.400.

A instituição informou que também haverá oportunidades de imóveis para quem recebe acima desse valor. “A grande estrela será o ‘Minha Casa, Minha Vida’. Acredito que, com a nova realidade do mercado imobiliário, mais empresas vão se especializar neste segmento”, prevê Mariliza Pereira, diretora da MD8 Arquitetura.

A empresa participará como gestora de incorporação de um condomínio com 90 unidades, em Nova Iguaçu. No evento será possível encontrar imóveis com descontos e brindes, tudo para atrair o interessado. A Fernandes Araujo, por exemplo, dará abatimentos de até 25% em 103 unidades, nos bairros de Campo Grande e Bangu. Os valores vão de R$ 169 mil a R$ 225 mil.

Na PDG, os abatimentos vão até 15% em imóveis nas zonas Norte e Oeste, entre casas e apartamentos de um a quatro quartos. A Fmac também estará com preços 15% mais baixos em mais de 100 unidades. A Living terá condições de pagamento diferenciadas em condomínios como o Vidamérica, em Del Castilho, e o Fun! Residencial e Lazer, no Cachambi.

Já a Zayd levará 217 unidades, entre terrenos, casas, apartamentos e coberturas, com valores entre R$ 69.999 e R$ 700 mil. A empresa oferecerá até 10% de desconto e, no caso dos terrenos, o cliente receberá o projeto da casa.

“O comprador pode optar entre três projetos. Este presente representa uma economia que pode chegar a R$ 15 mil”, afirma Romário Fonseca, gerente comercial da Zayd.

Segurança na hora de fechar a compra

Sérgio Rodrigo Campos Monteiro, diretor-executivo da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) no Rio de Janeiro, dá algumas orientações. Pesquisar os valores e as taxas de juros, não comprometer mais de 15% da renda com o pagamento do financiamento; verificar bem a localização da unidade pretendida; e guardar panfletos, anúncios e escritos feitos pelos vendedores em caso de futuros problemas.

Quem vai ao feirão precisa apresentar identidade, CPF, comprovantes do estado civil e de residência, e contracheque ou extrato bancário dos três últimos meses. Mais informações podem ser obtidas nas agências da Caixa ou pelo 0800 726 0101.

 

Fonte : odia.ig.com.br

 

Reinaldo Altimiras Nogueira Branco, anuidade

 Anuidade com desconto de 10% até dia 15 de janeiro

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Os corretores e empresas imobiliárias, que efetuarem o pagamento da anuidade 2015 até o dia 15 de Janeiro, terão desconto de 10%. Quem não recebeu a guia deverá ligar para (31) 3271-6044 e atualizar seu cadastro. O boleto também poderá ser impresso pelo site: www.crecimg.gov.br.

Os valores da contribuição anual foram fixados pela resolução – Cofeci Nº 1345/2014, publicada no DOM de 08/12/2014. Para pessoa física e firma individual sem capital social o valor é de R$449,10, já com desconto de 10%, para quitação até o dia 15 de janeiro. O mesmo desconto prevalece para as pessoas jurídicas, cujo valor de anuidade é estabelecido pelo capital social:

 

Capital Social                                                                          Anuidade

                                                                                           sem desconto   com desconto

Até R$39.000,00  ……………………………………………………..R$998,00           R$ 898,20

De R$39.001,00 até R$78.000,00 ………………………………R$1.247,50         R$ 1.122,75 

De R$78.001,00 até R$117.000,00 …………………………….R$1.497,00         R$ 1.347,30

De R$117.001,00 até R$156.000,00 …………………………..R$1.746,50         R$ 1.571,85  

Acima de R$156.001,00 …………………………………………..R$1.996,00          R$ 1.796,40

 

Onde efetuar os pagamentos

Todas as agências da CEF, rede bancária, e casas lotéricas estão aptas a receberem os pagamentos.

 

Mercado de trabalho protegido

Caso haja débitos anteriores, procure o setor de Arrecadação do Creci-MG e efetue a quitação até mesmo de forma parcelada, também de acordo com normativo do Cofeci. Somente assim, o seu Conselho Regional terá condições de exercer a função de órgão disciplinador e fiscalizador, combatendo as irregularidades, em especial, aumentando a ação junto àqueles que exercem, ilegalmente, atividades típicas e privativas de corretor de imóveis. Em caso de dúvidas, ligue (31) 3271-6044

 

Fonte : crecimg.gov.br